quinta-feira, 8 de maio de 2008

Oprimidos, opressores e vice-versa

Em 2008 o Estado de Israel comemora 60 anos de existência (sem contar a antiguidade). O que sempre me chamou atenção em relação a esse país foi que os israelenses tratam a população árabe residente nessa nação do mesmo jeito que reclamavam ser tratados nos países onde judeus eram minoria, preconceito, racismo, segregação , violência...

Tudo bem que os judeus já tomaram muita porrada, foram e ainda são vitimas do mesmo preconceito e da mesma violência, seja na antiguidade com babilônios e romanos, escravizando, matando ou dispersando,seja na idade moderna com as inquisições dos países católicos, na idade contemporânea com os pogrons russos e o genocídio na Alemanha, até os dias atuais com grupos neo-nazistas ou simplesmente o velho anti-semitismo presente em muitas sociedades. Muitos desses casos foram usados como pretexto para a criação de Israel “a pátria dos judeus”. Entretanto eles que sempre clamaram por igualdade quando em menor número nas pátrias alheias, agora em maior número na sua própria se acham superiores ao ponto de rebaixar os palestinos (já estereotipados como terroristas) a categoria de sub-cidadãos, mesmo que tenham cidadania israelense, tem muitos direitos negados em relação a população judaica.

Eh laiah... é a velha história de que “o oprimido não desgostaria em ser o opressor”

(BONAPARTE, Napoleão? Ou não!)...custava esses maluc...preconceituosos (de ambos os lados) respeitarem a opção religiosa do “vizinho” ser diferente, parece que gostam de viver pra matar ou morrer!bando de idiotas.


Olho por olho, dente por dente, por e o mundo acabará cego, banguela e mancando”


Frase do Gandhi cagad....adaptada pelo Zé Graça de plantão Frodo.


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