sábado, 3 de maio de 2008

Be yourself!

Sempre que começo a freqüentar rodinhas de pessoas que não conheço, tem alguem para dizer: - “ah, faz um esforço, o que custa ser sociável”, - muita gente me diz que sou anti-social, eu creio ser seletivo - mas ai me pergunto, “fazer um esforço”( no sentido de se conter se tem opiniões diferentes ou se faz muitas brincadeiras, falar bastante se é quieto e etc, fazer coisas para ser aceito num grupo.) não seria esconder quem você é? O que vale fingir que acha algo engraçado só pelos outros estarem rindo, ou fingir que acha alguém “cool” e vanguardista só por que outros pagam pau para essa pessoa? Seria um exagero dizer que a maioria das pessoas muito sociáveis mascaram em excesso o que realmente são? Me parece que muitos conhecem muita gente nunca conhecendo realmente ninguém (frase adaptada de Misunderstood do Dream Theater, e foda-se a abnt), ainda acho melhor ter meus poucos amigos(que demorei a considerar amigos) em quem posso confiar...
Então no momento em que escrevo ouço, vindo da rua, uma música do Audioslave, que por uma engraçada coincidência se chama... BE YOURSELF (seja você mesmo), eis o refrão: to be yourself is all that you can do (Ser você mesmo é tudo o que pode fazer). Considero mais seguro ser você mesmo e demonstrar realmente o que acha, ainda que sendo tachado de grosso ou ignorante pela maioria, as poucas pessoas que aceitarem seu jeito serão muito mais confiáveis do que as muitas pessoas que criam uma “amizade” instantânea, mas que na hora que você precisa de ajuda desaparecem. Como já diria aquele velho ditado: - O importante é ser você mesmo que seja estranho, seja você mesmo que seja bizarro, bizarro, bizarroooooo!(PITTY, Priscila).

obs: sim eu tive a cara de pau de citar pitty.

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