sábado, 22 de dezembro de 2007
A verdade dói...
A outro, não tem o senhor padre? Pois é, adivinha aonde vai parar o dinheiro da caixinha? E ele ainda é guloso... nunca se contenta com uma, nem duas...
Outro, melhor dizendo, outra grande cliente é a Duquesa. Não que ela seja realmente uma duquesa, mas todos a chamam assim não é? Pois então... ela também...
Para falar a verdade, se eu quiser, acabo com a vida de todos vocês? Mas se eu fizer isso, todos ficaram com vergonha ou se aceitaram? Bom... vão parar de me encher ou terei que abrir o jogo sobre todos vocês?
sábado, 20 de outubro de 2007
Droga.
Droga. Não consegui me segurar, só bati o braço na porra do galho e quebrei ele. Eles, pela dor no meu braço. Faço uma tipóia com as coisas que encontro ali e sigo em diante, não posso ficar aqui, eles já sabem que cai e onde cai, devem estar chegando.
Sede. Muita sede. Estou correndo nessa mata fechada já faz 3 horas e nada de encontrar água.
A mata está se abrindo. Finalmente, mais um pouco ia enlouquecer.
Me deparo com uma plantação, milho acho. Têm uma casa e um celeiro mais a frente não está longe. Não sei se bato a porta e peço ajuda, está tarde da noite e eles podem compactuar com o inimigo. Mas do jeito que meu braço dói não tenho muita escolha.
Quando chego mais perto vejo que tem um fazendeiro sentado na varanda. O corno entra na casa e começa a gritar. Fodeu. Espero 5 minutos pra ver o que está acontecendo. Bom, se ele estivesse do outro lado eu já estaria correndo dos tiros. Vou até a casa e tento a sorte.
Bato a porta e me deparo com uma escopeta com cano cerrado mirando ao meu peito. Levanto as mãos de imediato e vejo a família inteira. O fazendeiro deve ser o pai, aquela deve ser sua esposa e aquela sua filha. Ele abaixa a arma e volto a respirar.
- Desculpe – diz o fazendeiro – pensei que fosse um deles. Entre rápido, eles não podem te ver aqui.
Ele me puxa enquanto a filha fecha a porta atrás de mim. A mãe tira a minha tipóia tosca e pede para ver meu braço. Sou conduzido à mesa para a mãe examinar meu braço. A filha pega uma tigela de água morna e panos, o pai, uma bebida enquanto eu tento não olhar o braço.
Quando o velho me oferece a bebida tomo em um só gole. Desce queimando até a minha alma, mas já faz eu me esquecer de boa parte da dor.
- já estava me esquecendo – diz o fazendeiro – me chamo Borges. Minha esposa, que está cuidando de seu braço é a Marilena. Aquela, minha filha, é Maria.
Quando ele me fala o nome de sua filha, a olho e encaro aqueles olhos azuis. Penetrantes e impetuosos olhos azuis. Nunca vi tanto e fui visto como agora. Não sei o que essa guria tem, mas ela é diferente. Só volto a mim quando a mãe coloca o osso no lugar. A dor foi grande, mas imediata.
Borges me conduziu ao celeiro para eu passar a noite.
Acordo antes do sol. Infelizmente não por Maria, mas pela queda do feno por cima de mim. Quando estava prestes a me levantar para continuar minha jornada a base, escuto vozes inimigas. Aos gritos, parecem mandar o fazendeiro abrir a porta. Volto para debaixo do feno e saco minha pistola. Engatilho-a enquanto a porta range, eles entram e começam a me procurar. Vão primeiro para o curral. Eu tenho a oportunidade de matá-los, mas se conseguir é questão de tempo até chegar mais soldados e matar aquela família e queimar tudo. Se não fizerem pior...
Me esgueiro por baixo do feno que ainda me cobre e procuro alguma saída. A porta está entreaberta e há umas janelas de cada lado, todas fechadas, o que me deixa como única alternativa a porta. Escuto um deles subindo para me procurar no andar superior, enquanto outro fica com a arma apontada para a cabeça do fazendeiro. Quando ele se distrai saio do celeiro. Começo a corrida em direção a plantação, onde não me acharão.
O que não previa era que tivesse um terceiro soldado. Este em frente da casa, com a mãe e filha em sua mira. O soldado, um jovem que ainda tem espinhas na cara, mas, pelo seu olhar conhece o rigor da batalha. De moleque, nada têm. Ele levanta sua submetralhadora em minha direção e grita para os colegas. Droga. Fui pego.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Tropa de Elite
Tropa de Elite
Tem uma cena nesse filme - sim eu vi, e daí? - que me deixou com medo. Mas continuo durmindo na aula, não adianta =/
terça-feira, 18 de setembro de 2007
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Solitary Shell
Just a healthy normal boy
His mama always did her best
And he was daddy's pride and joy
He learned to walk and talk on time
But never cared much to be held
and steadily he would decline
Into his solitary shell
As a boy he was considered somewhat odd
Kept to himself most of the time
He would daydream in and out of his own world
but in every other way he was fine
He's a Monday morning lunatic
Disturbed from time to time
Lost within himself
In his solitary shell
A temporary catatonic
Madman on occasion
When will he break out
Of his solitary shell
He struggled to get through his day
He was helplessly behind
He poured himself onto the page
Writing for hours at a time
As a man he was a danger to himself
Fearful and sad most of the time
He was drifting in and out of sanity
But in every other way he was fine
He's a Monday morning lunatic
Disturbed from time to time
Lost within himself
In his solitary shell
A momentary maniac
With casual delusions
When will he be let out
Of his solitary shell
sábado, 8 de setembro de 2007
É
- Alleluia! – diz Fernandes
- Vamos, não podemos ficar aqui fora. – diz o tenente - Tenho coisas à fazer e vocês precisam tomar um banho e comer, tão precisando.
- Nunca apoiei tanto uma decisão sua – diz Fernandes, que logo já é repreendido por um olhar censurador do tenente.
Eu e Fernandes nos dirigimos a enfermaria para tratar de um corte na minha perna. O tenente vai direto falar com os oficiais, coitado, depois de tanta coisa ainda ter que aturar aquele bando de babacas que nunca virão um alguém morrer ao seu lado.
- Ainda bem que conseguimos essa cidade em Fernandes.
- É verdade, só assim para nóis ter algum lugar pra durmi.
Começo a sentir um cheiro de sangue e pólvora, é estamos chegando a enfermaria. Quando a vejo eu percebo o quão sortudo somos por só eu ter me machucado e além disso ser tão leve. Pilhas e pilhas de corpos de soldados mortos, berros dos que ainda vivem ecoam dentro daquele prédio que por todo o resto de sua existência será amaldiçoado. Quando encontro uma enfermeira Fernandes me puxa e fala em meu ouvido:
- Melhor não. Só os que tão muito fudidos tão aqui. Lava lá na bica e vamo comer, senão a tia aí vai querer te bater se tu pedir pra ser tratado só por causa disso.
Concordo, e nos dirigimos aos banheiros. Depois de 3 dias sem banho, essa imundice que chamaram de banheiro pra mim é o paraíso. Lavo o corte e tomo meu banho enquanto Fernandes leva nossas coisas para a lavanderia. Droga, o corte não é tão leve quanto pensei, essa porra ta infeccionando. Fudeu, vou ter que ir para a enfermaria de qualquer jeito. Agora cadê o bosta do Fernandes com roupas pra mim? Ele falou que ia demorar menos de 2 minutos. Que barulho é esse? Motores? Isso parece motores de aviões, mas não temos nenhuma base de avioe... fudeu. Me enrolo na toalha e começo a descer as escadas. Quem foi o merda que colocou a porra do banheiro no terceiro andar? Escorrego numa poça de água e bato o corte. Essa porra voltou a sangrar e abriu, agora ta com um palmo. Ta difícil de andar, e eu preciso sair do prédio. Escuto Fernandes me chamando e logo respondo:
- Vem aqui me ajudar! A porra do corte abriu e eu mal consigo andar.
Fernandes me ajuda a descer os 2 últimos lances de escada, quando pisamos na rua uma bomba explode o prédio inteiro. Vôo 15 metros do lugar que eu estava, olho pro lado e vejo Fernandes sem metade da cabeça arrancada por um estilhaço. Olho pra baixo para ver se ainda estou inteiro e vejo a placa de metal de 1 metro que está me dividindo ao meio. Frio, escuro, luz no fim do túnel... é como sempre disseram, mas...
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Coisas que todos sabem!
O pra sempre, sempre acaba, e o nunca, nunca dura pra sempre;
como já dizia vinicius de moraes:
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Na minha visão salvam-se apenas alguns fatos, dentre eles, quando as pessoas insistem em procurar pela pessoa perfeita para permanecer junto, nessa caso, o nunca e o sempre funcionam, já que essas pessoas irão procurar sempre por algo que nunca existirá, muitos de nós não aprenderam, e talvez nesse caso o nunca também funcione, nunca aprenderão.Outro caso é o das pessoas que estão sempre buscando respostas para as perguntas que nunca foram e nunca serão respondidas. Há muitas delas nas nossas cabeças: "De onde viemos? Para onde vamos? Como surgiu tudo? Deus existe?"Vejo atualmente (e até eu mesmo fiz isso), utilizar destas palavras baseado em sensações momentaneas, sem pensar no que realmente se reflete o nunca e o sempre, são palavras que não servem para curtos períodos, e deviam ser SEMPRE bem pensadas antes de usa-las, para que nunca nos arrependamos.
Somente pensamentos idiotas próprios, pensem o que quiserem, e se quiserem discutam.
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
H
Droga. Como eu, que sempre defendi a diplomacia levei o país à guerra? Também não tinha escolha, mas chega de ficar pensando nisso.
- Senhor – fala a secretária pelo telefone – O General chegou.
- Ótimo – respondo – mande ele entrar.
E entra um militar carrancudo de no máximo 1,65m, e eu que pensava que o general era imponente.
- Senhor presidente, tenho péssimas noticias.
- Temos chance?
- Nenhuma senhor.
- Eu temia que isso aconteceria.
Sento a minha cadeira, procuro o telefone certo, disco e coloco no viva-voz.
- Gabinete do comandante. – atende aquela típica voz de tele marketing, estranhamente militarizada – Em que posso ajudá-lo?
- O presidente quer falar com o comandante – diz o general, antes de mim.
- Sim, senhor.
Após breves segundos, o comandante atende nervoso:
- Em que posso ajudá-lo?
- Faça.
- Mas senhor, por mais que estejamos em guerra, tal idéia não deveria nem ser cogitada.
- Apenas faça, de diplomacia cuido eu.
Desligo o telefone, e o baixo general logo fala:
- O senhor pretende usá-la?
- Não. Mas quero que eles pensem que sim. Você também quer virar diplomata?
- Não senhor. Vou me retirar agora.
- Não comente nada ainda.
- Sim Senhor
O baixo general sai da sala. Meu copo merece ser cheio, hoje foi só o começo do que parece ser um grande problema.
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Texto mal escrito sobre problemas bem conhecidos
Cada vez que eu abro um jornal, revista, site de noticias e leio sobre o brasil -sim, minúsculo- fico mais enojado com o país. Desde escândalos envolvendo o alto comando do país, até noticias de avanços nas pesquisas brasileiras
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Pensamentos, os meus e os nossos
Sobre os pensamentos positivos e suas consequências, surgiram ao longo de alguns anos, livros sobre isso (uns com mais, outros com menos sucesso), tentando explicar com base em teorias científica já existentes que o pensamento positivo pode "atrair" coisas boas, na verdade atrair o que pensamos de bom, e também...de ruim. Ou seja, nós, eu e tem mais alguém ai? Pessimistas, estamos ferrados.
Os autores falam também de que isso além de atrair coisas ruins, pode causar doenças, veja só, agora além de ser um imã pra coisas ruins, sou também doente, simplesmente por ter um modo diferente de pensar, já que sinceramente, não creio eu que pensando em algo, seja por pouco ou muito tempo, tenhamos a capacidade de atrai-la.
Na verdade, ao contrário do que li sobre isso, de pessimismo causar ou ser causado por stress e depressão, acho que se controlado, ele pode evitar isso. Já que pensando negativo nos livramos de várias decepções, seguindo o raciocínio que: Digamos que você pretende sair, ver os amigos, mas não sabe se vais ser legal e divertido, pensando positivo, você corre o risco de sair, esperar demais de uma coisa, e ser uma merda, parabéns, você acaba de ganhar uma decepção, ou será que o pensamento positivo vai atrair tudo isso?
Agora pensando negativo, nessa mesma linha, você sai, não esperando muito, ou até mesmo não esperando NADA, qualquer coisinha que vier, será melhor do que o esperado, logo você não tem decepção, MAS também não adianta fazer isso e sair chingando e chutando todos, porque tudo é uma merda, calma, tudo é uma MERDA mesmo, mas e daí? Ok ok, eu que não gosto de auto-ajuda, estou me sentindo como se estivesse escrevendo algo do tipo.
Voltando ao assunto.
Esperando o pior, qualquer coisa que vier melhor que o esperado, é boa!
O que eu quis dizer em todo esse texto acima se resume nessa frase. Bom, não atribuo algumas contusões, assaltos, quedas, furacões, pés na bunda, perdas, ao meu negativismo, já que eu nunca pensei nessas coisas, (caso eu tivesse pensado, eu estaria assustado, e tentaria não pensar em pensar, sobre pensar em algo negativo [ah! Você entendeu!]).
Me resta esperar para ver a consequência de pessoas, que iram ler livros desse, e ficar em casa, o dia inteiro pensando, esperando ganhar na mega-sena, ou que um avião-cofre, caia em cima de suas casas, não os matem, e que ainda por cima de tempo de guardar todo o dinheiro em baixo do colchão, aproveitando que aviões caindo estão na moda.Acho que já entenderam meu ponto de vista, que pra mim tudo isso não passa de mais teorias de auto-ajuda, para pessoas que não conseguem suas coisas, err...O SEGREDO de tudo isso não está no pensamento, e sim na ação.
O pensamento positivo ou negativo não vai influenciar em nada, nem naquele jogo de Wining Eleven com seu amigo no playstation 2 dele, (porque na verdade você joga mais tempo do que ele que é o dono), afinal mesmo sabendo que você joga melhor que ele, você não vai ficar só pensando em vencer, esperando que o controle sozinho ganhe o jogo por você, sem ação, não há consequência.
terça-feira, 7 de agosto de 2007
O Manual definitivo para homens casados que jogam
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Este manual tem o intúito de abordar e, se possível, ajudar os colegas em um problema universal conhecido como “Sou casado mas gosto de jogar” porém, as soluções aqui apresentadas podem ser adaptadas para outras situações como “Sou casado e gosto de navegar na internet” e até mesmo “Sou casado e gosto de ler em silêncio”. Todos os leitores estão autorizados e publicar este conteúdo em qualquer meio desde que respeite o autor e preserve seu nome como criador do material.
Aparentemente, as esposas deste grupo especial de homens tem uma aversão desproporcional contra o passatempo favorito destes que são, em geral, homens pacíficos, caseiros e atenciosos. Faz-se necessário o seguinte adendo: durante o namoro, as soluções aqui apresentadas serão submetidas a um nível de dificuldade duplamente maior, em razão do casal estar experimentando o período de escolha. Se você está namorando e sua companheira não compreende sua paixão por jogos eletrônicos, e nenhuma destas sugestões solucionou seu problema prepare-se para tomar uma dura decisão: Abandonar uma de suas duas grandes paixões.
Para entender melhor as sugestões deste manual, convido todos a uma reflexão sobre a razão pela qual as mulheres odeiam assistir seus maridos jogando.
Razão porque as mulheres odeiam assistir os maridos jogando:
1. O jogo eletrônico on-line é uma das poucas coisas que um marido pode fazer sozinho, e ao mesmo tempo na presença de sua mulher. É diferente de qualquer outra coisa que ele venha a fazer sozinho “longe dos olhos” dela. Mulher não suporta ser ignorada, ainda mais quando percebe que está sendo ignorada AO VIVO. Ignorar sua mulher numa mesa de bar, longe, depois do trabalho, é mais fácil que dentro de casa. Lembre-se disso.
2. As mulheres tem memória contextual. Elas não lembram o quanto você é distante ou alienado quando você está longe enxendo a cara com os amigos. Elas lembram disso quando você chega em casa bêbado. Jogar on-line é como chegar em casa bêbado constantemente, sem nunca ter saído. Elas olham para cara do marido e realizam, em 30 frames por segundo, que ele está alienado em outro lugar, desatento a quaisquer que sejam suas necessidades.
3. Pânico de solidão. Diferente dos homens, as mulheres tem menos resistência a solidão. Homens gostam de pescar, acampar e fazer viagens a lugares isolados SOZINHOS. Mulheres odeiam. Quando você está jogando on-line, sua mulher experimenta a terrível sensação de ser abandonada sozinha NA PRESENÇA DO MARIDO.
4. Acima de tudo, o que mais irrita as mulheres e torna todas as discussões acerca deste tema completamente irracionais é o fato de que “jogar on-line com amigos” é uma atividade LÚDICA, sem maldade, simples, segura, contra a qual a mulher tem praticamente zero argumentos negativos (afinal, seu marido está dentro de casa, não está?). Pois bem, quando uma mulher está irritada com algo, mas não sabe apontar a razão, ela tem que fantasiar uma razão. E todos sabem que a imaginação é muito fértil, especialmente quando diz respeito a estragar o dia de alguém.Estabelecido o cenário emocional em que as “mulheres odeiam maridos que jogam”, nós avançaremos para as abordagens de contenção de danos. Algumas destas abordagens custam pouco ou nada, outras, custam caro (financeira ou emocionalmente), porém, segundo os mais avançados estudos na área, todas são funcionais.
Tenham em mente que tudo deve ser feito guiado pelas seguintes diretrizes:
1. NUNCA peça desculpas por jogar. Peça desculpas por não leva-la para sair, ou esquecer o aniversário dela, mas NUNCA desculpe-se por fazer o que gosta (sendo que trata-se de algo inofensivo). Desculpar-se é munição para programação neurolinguística negativa, e tornará as reclamações dela ainda mais consistentes.
2. NUNCA trate seu passa-tempo como pecado ou algo de que tenha vergonha na presença dela. Mantenha-se firme. Se ela espernear pedindo atenção, pare (friamente), dê-lhe atenção, carinho, sexo, comida, dinheiro, o que vier ao caso, mas não faça isso como uma “compensação”. Mulheres sentem cheiro de culpa, e irão explorar esta brecha. Faça tudo “por querer”, e elas poderão apenas perceber “firmeza” e “intenção” no ato, e não compensação.Imbuído do estado de espírito descrito acima, podemos finalmente estudar as abordagens de contenção em toda sua excelência:
(básico) Crie crédito preventivo: A primeira (e única) coisa que sua mulher faz quando quer reclamar do “marido que joga” é lembrar-lhe das coisas que ele não está fazendo enquanto joga. Desarme-a com antecedência! Estude-a, memorize as principais razões de xilique e providencie um crédito nestes aspectos. Ela gosta de sair, trate de dar umas voltas. Pediu mais romance, torne-se o Dom Juan durante um tempo. Ta se sentindo sozinha e desamparada? Alugue uns 3 romances mela-mela e assista com ela debaixo do cobertor, abraçadinho, e sem fazer piadinha, chorando se possível. Desta forma, quando você sentar seu valoroso traseiro em frente a seu jogo predileto, suas chances de ser perturbado diminuirão drasticamente. Uma mulher satisfeita é uma mulher desarmada.
(básico) Fale melhor dos amigos virtuais que dos amigos reais: Exato! Toda mulher no universo acredita que os amigos tem o poder paranormal de influenciar sua conduta. Portanto, torne os seus amigos de “joguinho” muito mais aceitáveis que seus amigos de trabalho por exemplo. Não precisa falar mal de seus amigos de trabalho, claro, mas você pode puxar sardinha para seus amigos de “joguinho”. Coisas como “Olha querida, que beleza, sabe aquele cara que te falei que era terceiro no ranking mundial e que sempre joga comigo? Pois é, apaixonou-se, casou-se, e sua mulher está esperando um filho. Você vê como é né... como a gente se apega as pessoas, mesmo sem nunca te-las visto antes”. Descubra o que sua mulher odeia em seus amigos, e logo saberá o que ela pensa ser “o amigo ideal”. Se esse amigo ideal não existir on-line, INVENTE-O.
(intermediário) Convença-a a compartilhar de algumas amizades de jogo: Sua mulher não precisa jogar para criar “empatia” por seus colegas. Alguns minutos ouvindo um Teamspeak aberto, e podendo dar pitaco em um ou outro assunto que estejam tratando (mulher adóóóra) e ela já irá olhar sua presença on-line com outros olhos. Lembrando que mulher NÃO SUPORTA ficar de fora, sentir-se excluída. Quanto mais importância ela der a suas amizades on-line, menos ela implicará com seu jogo! Ah, sim, apresente-a ao fórum. Mostre-lhe que há outras mulheres jogando (que você não conhece, claro) e que o jogo, na verdade, é apenas um “pretexto para discutir assuntos divertidos e fazer amizades” e que ELA TEM PASSAGEM LIVRE PARA PARTICIPAR DISTO SEMPPRE QUE DESEJAR. Se ela não quiser, problema dela, o importante é que ela sinta “que pode”!
(intermediário) Fáça-a respeitar “seu amor” pelo jogo: Este é um grande desafio, talvez o maior. Fazer uma mulher (a sua mulher) compreender que “não importa o que ela acha do jogo” e sim “o que EU acho do jogo”. Mulheres são as campeãs em solicitarem que os homens entendam coisas exclusivas do universo feminino como TPM, flores, aniversário de noivado, etc – esta é sua deixa para fazer o mesmo. Não cometa o erro de tentar convence-la a respeitar o jogo. Isto só acontece se ela começar a jogar (nível avançado). O grande lance é faze-la compreender que seus parâmetros são diferentes dos dela, que ambos são criaturas distintas, com necessidades distintas e que, assim como você respeita as misteriosas necessidades femininas, ela também TEM que compreender nossas misteriosas necessidades masculinas. Seja firme neste ponto – Se você não demonstrar a importância do tema (mesmo que seja pouca) sua mulher não dará a mínima, e isto significa aspirina amigo.
(avançado) Abdução: Nada compele uma mulher tão bem quanto dinheiro. Use isto a seu favor (se você tiver dinheiro, claro). Se sua mulher não se sente atraída ao jogo em sí, crie uma ponte imaginária através do consumismo feminino – DÊ-LHE UM COMPUTADOR. Mas não presenteie-a com um 486 rodando o Win98 e Paciência – isso é tiro no pé. Mulher sente cheiro de coisa barata e vai saber, na hora, que você deu uma de unha de fome! Dê um belo de um computador ou então não dê nada. De preferência, um computador capaz de seduzi-la para o lado “jogador” da força. Ou ainda um laptop, que ela possa levar para quaisquer canto da casa (com net wireless) e usar até durante a novela. Claro que há chances de sua mulher jogar apenas paciência num computador de R$ 5.000,00 mas ESTE NÃO É O PONTO. Os pontos são:
A) Ela vai subliminarmente valorizar mais seu passa-tempo. Não propriamente o jogo, mas o tempo que você despende em frente ao computador. Porque o espírito consumista feminino dela estará afetado pela aquisição de um computador, fazendo uma relação inequívoca entre computador e prazer! Além disso, inevitavelmente, haverá ALGUMA COISA no universo da informática que a atraia (desde The Sims, MMORPG, Orkut, e, com algum talento seu como professor talvez um First Person Shooter) – a isto se dá o nome de valor agregado, isto é, o computador não apenas a trará para seu lado como também a manterá ocupada.B) A existência de uma cadeira em frente ao computador é uma verdadeira armadilha. Sempre que ela pensar em te abordar com uma avalanche de reclamações sobre sua condição alienada, ela irá, claro, sentar ao seu lado, logo, no computador dela! Bingo. 50% do problema reduzido, porque ela irá antes ler e-mails, dar “olá” para as amigas no MSN e talvez, com alguma sorte, jogar um pouco de alguma coisa. Até ela acabar, você já jogou bastante.
(avançado) Terrorismo: Esposas de “homens que jogam” possuem memória volátil, e apresentam sintomas como amnésia seletiva, esquecendo-se sistematicamente de tudo (de pior) que seu companheiro poderia estar fazendo enquanto não estivesse jogando. A tática do terrorismo consiste em relembrá-la disso. Se todas as demais abordagens falharem, APRESENTE-A O REAL VALOR DAS COISAS. Como? Aja “normalmente”. Homens TÊM atividades individuais. Homens jogam futebol com os amigos, bebem com amigos de trabalho, homens vão a casa de amigos encher a cara, homens consolam e ajudam seus amigos a largar namoradas gostosas e safadas, homens gostam de pescar a 400km de casa, homens assistem vale-tudo ao vivo, enfim, homens fazem coisas muuuito piores (para as mulheres) que jogar joguinhos eletrônicos. Se sua mulher esqueceu disso, dê uma pausa no game, e ajude-a a fazer uma releitura de valores.
(super avançado) Mimimi: Sim, você também pode. Não são só as mulheres que tem o poder de fazer beicinho quando não conseguem o que querem. Se sua esposa é tão mimizenta que você simplesmente não tem coragem de aplicar as sugestões deste manual, então seja MAIS MIMIZENTO QUE ELA. Pare de jogar, pare de usar seu micro, mas demonstre uma visível tristeza, um abandono do prazer de estar vivo, um mimimi de primeira categoria. Mulheres mimizentas respeitam o mimimi e irão reconsiderar uma atitude mais positiva com relação a aquele que era o passa-tempo que deixava seu companheiro tão feliz.
(God Like) Para jogatinas de emergência: Se você TEM que jogar em determinado dia (campeonato por exemplo), mas não teve tempo de aplicar as sugestões do manual, aplique o método “Patrolaum”. Chegue em casa batendo a porta, bufando, nervoso, veia do pescoço saltando, vá entrando e jogando a roupa pela casa, meia em cima da tv, sapato direito num canto, esquerdo no outro, e vá narrando um problema qualquer esbravejando ao vento (tipo um hyper problema em seu trabalho, onde você está prestes a perder o emprego ou qualquer desgraça do tipo)... quando o clima estiver beeem pesado dê um grito de estravazamento, sente-se em frente ao computador e diga: “Preciso descarregar essa raiva”. Coloque o fone de ouvido e jogue. Se tem uma coisa que qualquer esposa sabe é que, quando o marido dá pití, melhor deixar passar. Mas não fique muito tempo! Essa tática tem efeito curto e só serve para emergências. Sua mulher logo vai reparar que você se acalmou e começou a se divertir! Quanto mais tempo mantiver o teatro de “homem raivoso desesperado” mais tempo poderá jogar.
(Supreme Comander) O seguidor: Se vocês já tem um filho, filhos, ou sua mulher ficou grávida recentemente, prepare-se para o jogo da vida em sua dificuldade máxima. A meta aqui é não transformar o jogo em um inimigo dos esforços de sua mulher em lhe aproximar da paternidade. E sua mulher fará o máximo para interpretar seu jogo como uma “distração infantil de suas novas responsabilidades”. Eis que surge a abordagem do “Seguidor”. Seu filho, sua imagem e semelhança não deve ser privado deste prazer, mesmo em seus primeiros goles de leite. Tudo que não seja trocar fralda ou dar de mamar, PODE ser feito na frente do seu computador, jogando. Afinal, tudo que não é trocar fralda e dar de mamar, é segurar o filho com cuidado no colo. E quando você joga, você fica quietinho, um lugar perfeito para manter o bebê. Após esta primeira fase, inicia-se a virada. O momento oportuno em que seu filho tem coordenação suficiente para clicar um mouse. Neste dia mágico, em que seu filho estiver jogando, no seu colo, sua mulher terá uma de duas reações:
A) “Que lindos, pai e filho brincando juntos”B) “Maldito, já ta viciando o moleque”
Mas não se preocupe com a opção B. Se sua mulher escolheu este caminho, ela terá a questão do “Seguidor”, seu filho, e nenhuma mulher suporta a idéia de manter-se brigada com marido e filho pela mesmíssima razão. Ela logo verá que está sendo "a rabujenta da história" - mulher odeia isso. Mais uma vez, não demonstrem fraqueza, e não forneçam munição psicológica para as adversidades.O caso negativo e as Contra-Medidas
Prepare-se: Cada implementação destas acarretará em conseqüências, na maioria dos casos positivas, porém, em alguns casos, certos tipos de mulher irão ativar contra-medidas para anular seus esforços. As contra-medidas mais conhecidas são:
A) Mimimi
B) Falar bem dos maridos das amigas
C) Ter um filho
D) Entregar todas as funções relacionadas ao filho que vocês já tem, à você
E) Ir para casa da Mãe
F) ChifreSuas táticas devem adaptar-se a estas reações, a exceção, claro, do caso F (chifre) em que você tem duas escolhas: aceitar ou chutar. Para os demais casos, basta aplicar leves variações das aborgens estudadas neste manual, inteligente e subjetivamente.
Amigos, nenhum conselho é garantia de sucesso, mas ignorar todos é garantia de derrota. Espero que alguns destes conselhos, mesmo que apresentados por meio de brincadeira, sirvam para tornar suas vidas mais fáceis e equilibradas, com companheiras mais compreensivas, em relacionamentos onde ambos possam desfrutar daquilo que gostam, em medidas saudáveis e sem repreensões desnecessárias.
Dácio Alexandrino Júnior (JUNAUM), o autor, é casado a 2 anos.
Sua mulher joga junto com ele, na verdade, joga melhor que ele.
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Grandes Mentes e a verdade por trás deles...
Hoje, em uma das várias aulas de física me lembrei de Froyd e Nietzsche(não irei falar de outros por preguiça). Não sei se fui só eu que acha que esses caras não são grandes gênios sabe, são apenas pessoas incompreendidas. Não jogue pedras em mim (ainda) vou me explicar:
Froyd queria sua mãe. Não a sua mãe caro leitor, a dele. Queria fuder ela, e achava que isso era comum. Quando percebeu que isso não era aceito pela sociedade, criou uma ciência que desse a liberdade para ele procurar alguém como ele. Tal ciência também permite a utilização indiscriminada de cocaína.
Nietzsche não queria ter nascido. Ele passou sua vida provando que não deveria ter nascido e que não queria. Ele era um emo, antes dos emos existirem, até que surtou -em 1889- e morreu. Assim morreu um dos primeiros emos da história.
domingo, 29 de julho de 2007
Think Geek
sábado, 28 de julho de 2007
Cyanide and Happiness
(para melhor vizualizar entre no site deles)
Tradução:
Quadro1: É uma coincidencia o fato de o número de igrejas e o de bares de strip ser praticamente o mesmo?
Quadro2: Eu não acho. Isso só prova que tem o mesmo numero de religiosos e de frequentadores de bares de strip.
Quadro3: O que é interessante, é que tem um grupo de pessoas que frequentemente visita os 2.
Quadro4: O que é ainda mais interessante, é que tem um grupo de pessoas que trabalham nos 2.
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Post Inicial...
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Têm pessoas que diferenciam os ricos dos meros humanos pelos seus carros e suas casas. Eu sou mais detalhista e exigente. Eu identifico pelo papel higiênico que a pessoa usa. Acredito que seja o melhor jeito de identificar os meros aparentes ricos dos que realmente tem dinheiro, pelo simples fato de que todos são obrigados a usar. Se você acha que está bem de vida, pegue seu papel higiênico, se ele poder ser utilizado para ralar o queijo pra pizza, você está mal. Rico que é rico não dispensa uma coisa tão importante quanto um papel higiênico fofinho que acaricia a bunda.
