Com a mão ainda suja de sangue ele se senta na mesma cadeira de antes. Respira fundo e espera. Quem escreveu aquela carta deveria estar observando a batalha.
Gostei do seu estilo
Que bom – responde o assasino
Ele se levanta e pula em cima do emissor da voz, a lâmina de sua mão esquerda ainda banhada em sangue busca seu novo alvo. E ele desvia.
Calma, eu sou o seu patrão.
Prove. O último que disse isso tentou me matar.
Nada discreto não é?
O quê?
O jeito do outro. Usar um machado de duas mãos? E se chamava um assasino
Vamos direto ao assunto. Não estou aqui para papo furado, nem você.
Eu quero que você ajude um colega meu. Ele vai precisar de sua experiência para cumprir seu dever.
Quem?
Richard, Gen. Richard.
Você deve saber que eu não me dou bem com militares. Além do que, não posso entrar na maioria dos castelos.
Não importa. Você trabalhará com ele.
E no que eu irei ajudá-lo?
Você receberá visitas futuras minhas. Por enquanto só procure ele, fale que você é um enviado meu mas não diga que você é um assasino e sim um arqueiro experiente.
Porque?
Porque você não se dá bem com militares e tudo mais. Entenda, ele irá te matar se souber que você é um assasino antes da hora.
Tudo bem. Mas qual seu nome, afinal, sou seu enviado.
Velagund.
Um comentário:
foda, pinguin!
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